quarta-feira, 26 de junho de 2019

Format your USB Flash Drive

Format your USB Flash Drive to use a Single Partition:
  1. Open a terminal and type sudo su
  2. Type fdisk -l (and note which device is your USB Drive)
  3. Type fdisk /dev/sdx (replacing x with your actual usb device)
  4. Type d (to delete the existing partition)
  5. Type n (to create a new partition)
  6. Type p (for primary partition)
  7. Type 1 (to create the first partition)
  8. Press Enter (to use the first cylinder)
  9. Press Enter again (to use the default value as the last cylinder)
  10. Type a (for active)
  11. Type 1 (to mark the first partition active "bootable")
  12. Type w (to write the changes and close fdisk)
II. Create a Fat32 Filesystem on the USB Flash Drive:
  1. Type umount /dev/sdx1 (to unmount the mounted partition)
  2. Type mkfs.vfat -F 32 -n MULTIBOOT /dev/sdx1 (to format the partition as fat32)

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Solução - Ocorreu o erro 2 do Windows ao carregar o Java VM



Ocorreu o erro 2 do Windows ao carregar o Java VM





Descrição do Problema:


O erro ocorre após uma atualização do Java. No caso, o problema aconteceu com o programa EFD ICMS IPI – Sistema Público de Escrituração Digital, após a atualização 8.60 do Java ter sido instalada.








Solução do Problema:


Apenas é necessário adicionar a instalação do Java nas configuração de variável  de sistema do Windows (qualquer versão do Windows).



Copiar o caminho de instalação do Java:


 1. Inicicar do Windows, Clicar em Painel de Controle;

2. Modificar Exibir por: Ícones grandes, clicar em Java


 3. Escolher a aba Java, clicar em Exibir, copie o caminho de instalação do Java
Exemplo da versão java 8.60 C:\Program Files\Java\jre1.8.0_60\bin\


 4. Iniciar do Windows, clicar com botão direito em Computador e depois em Propriedades





  5. Clicar em Configurações avançadas do sistema




6. Clicar no botão Variáveis de Ambiente




7. Escolher a opção Path e clicar em Editar


8. Adicionar o caminho de instalação do Java no inicio do valor da variável.
Ex. Java 8.60 (C:\Program Files\Java\jre1.8.0_60\bin\). Conforme Imagem.


Programas onde foi constatado que o problema ocorre:











segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Criando um pendrive de instalação do Windows 7

  1. Conecte a unidade flash em uma porta USB do computador. A capacidade da unidade flash USB deve ser de 4GB ou superior.
  2. Clique em Iniciar e escreva cmd.exe no campo de pesquisa. 

    2565474
  3. Clique com o botão direito do mouse em cmd e em seguida clique em Executar como administrador.

    2566094


    Observação
    2565476
    caso uma senha de administrador ou uma confirmação seja solicitada, digite a senha ou forneça uma confirmação segundo corresponder.
  4. Digite diskpart.exe e pressione Enter.

    2565477
  5. No DISKPART, escreva list disk para poder ver uma lista dos discos disponíveis.

    2565478


    Observação: No caso da imagem, foi ressaltado para a seleção o Disco 1, mas pode não ser seu caso. Para reconhecer o disco a ser utilizado leve em conta o espaço disponível deste.
  6. Agora você deverá introduzir as opções seguintes na ordem indicada em seguida:

    Advertência: A opção Clean, excluirá o conteúdo da unidade USB, assegure-se de fazer uma cópia de segurança dos arquivos importantes.


    Select disk 1
    Clean
    Create partition primary
    Format fs=fat32 quick
    Active
    Exit

    2565479






    1. Select disk 1: este é o comando exibido na imagem, mas no seu caso ele pode ser diferente. Você pode reconhecê-lo pelo espaço livre.
    2. Clean: este comando apagará toda a informação contida na unidade.
    3. Create partition primary: este comando criará uma nova partição primária.
    4. Format fs=fat32 quick: este comando executa uma formatação rápida FAT32 na partição primária.
    5. Active: este comando marca a partição selecionada como ativa.
    6. Exit: este comando serve para sair do diskpart.
  7. Insira o disco do Windows 7.
  8. Selecione todo o conteúdo do disco do Windows 7 e o copie na unidade flash USB.

    2565482


    Ou você pode copiar o conteúdo de uma unidade a outra por meio do comando Robocopy.exe, como mostra a captura de tela a seguir.

    2565483
  9. Agora você poderá instalar o Windows 7 por meio de sua unidade flash USB. Assegure-se de que o computador esteja configurado para iniciar pela unidade USB
Fontes do site: http://support.microsoft.com/kb/979324/pt-br

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mudar um disco GPT (tabela de partição GUID) para um disco MBR




Então, o HD do seu equipamento possui a tabela de arquivos no formato GPT, e caso deseje utilizar esta instalação que você possui, basta converte-la para MBR, porém de qualquer maneira, não será possível efetuar o retorno do seu sistema operacional original após este processo.
O vínculo que há com a partição de recovery é perdido quando é instalado um novo sistema operacional no equipamento e excluido o sistema original
Neste caso, lhe aconselho o seguinte:
  • Inicie pela mídia do Windows
  • Na tela de seleção de idiomas, pressione +
  • Digite o comando diskpart e pressione
  • Digite o comando list disk e pressione
  • Digite o comando select disk X (onde X é o número do HD do seu equipamento, localizado pelo comando list disk)
  • Digite o comando clean e pressoine
  • Feche a janela e siga a instalação normal do Windows
Importante: Este procedimento irá excluir todas as partições do seu HD
Caso deseje apenas converter o seu disco para MBR, no lugar do comando clean, digite o comando convert MBR.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Como Adicionar um disco rígido virtual (vhd) na inicialização

http://www.luzinformatica.com.br


link da publicação http://technet.microsoft.com/pt-br/library/dd799299(v=ws.10).aspx

Publicado: outubro de 2009
Atualizado: outubro de 2009
Aplica-se a: Windows 7, Windows Server 2008 R2
Os procedimentos abaixo descrevem como adicionar um VHD (disco rígido virtual) de inicialização nativo ao menu de inicialização usando a ferramenta BCDedit. Se você estiver adicionando o VHD a um computador que já possua uma instalação do Windows® 7, será necessário adicionar uma entrada de inicialização ao menu. Se você estiver adicionando o VHD a um computador que esteja executando uma versão mais antiga do Windows, por exemplo o Windows Server® 2008, será necessário atualizar a partição do sistema usando a ferramenta BCDboot e editar o menu de inicialização usando a ferramenta BCDedit.

Para atualizar um computador baseado em BIOS de modo a incluir um menu de inicialização do Windows 7

Se estiver implantando o VHD em um computador baseado em BIOS sem um menu de inicialização Windows 7, por exemplo, um computador usando o Windows Server 2008 como o sistema operacional em execução, será necessário atualizar o ambiente de inicialização usando um disco do Windows PE (Ambiente de Pré-instalação do Windows) antes de poder configurar o sistema para VHDs de inicialização nativos.
  1. Copie o arquivo .vhd para o computador de destino. Por exemplo, em um prompt de comando, digite:

    copy N:\VHDs\windows7.vhd C:
    
  2. Use a ferramenta DiskPart no Windows PE para anexar o VHD no computador de destino. Você pode anexar um VHD usando o comando Attach vdisk. Isso ativa o VHD de modo que ele aparece no host como uma unidade de disco em vez de um arquivo .vhd. No prompt de comando, digite:

    diskpart
    select vdisk file=c:\windows7.vhd
    attach vdisk
    list volume
    select volume 
    assign letter=v
    exit
    
  3. Use a ferramenta BCDboot, localizada no diretório \System32 da imagem do VHD ou no Windows PE para copiar os arquivos do ambiente de inicialização e a configuração de BCD (Dados de configuração de inicialização) do diretório \Windows no VHD para a partição do sistema. Em um computador com firmware BIOS, a partição do sistema é a partição ativa do primeiro disco rígido. Por exemplo, para usar o BCDboot a partir da imagem do VHD, em um prompt de comando, digite:

    cd v:\windows\system32
    bcdboot v:\windows
    
A ferramenta BCDboot importa automaticamente as informações da instalação existente ao atualizar o BCD. O computador está atualizado para incluir um ambiente de inicialização do Windows 7. Você já pode executar as etapas na seção "Para adicionar um VHD de inicialização ativado a um menu de inicialização existente do Windows 7", posteriormente neste tópico.

Para atualizar um computador baseado em UEFI de modo a incluir um menu de inicialização do Windows 7

Se você estiver implantando o VHD em um computador baseado em UEFI sem um menu de inicialização Windows 7, por exemplo, um computador usando o Windows Server 2008 como o sistema operacional em execução, será necessário atualizar o ambiente de inicialização usando um disco do Windows PE antes de poder configurar o sistema para o uso de VHDs de inicialização nativos.
  1. Copie o arquivo .vhd para o computador de destino. Por exemplo, digite em um prompt de comando:

    copy N:\VHDs\windows7.vhd C:
    
  2. Use a ferramenta DiskPart no Windows PE para anexar o VHD ao computador de destino. Você pode anexar um VHD usando o comando Attach vdisk. Isso ativa o VHD de modo que ele aparece no host como uma unidade de disco em vez de um arquivo .vhd. No prompt de comando, digite:

    diskpart
    select vdisk file=C:\windows7.vhd
    attach vdisk
    list volume
    select volume 
    assign letter=v
    exit
    
    
  3. Em um computador baseado em UEFI, a partição do sistema fica oculta por padrão e deve receber uma letra de unidade antes de executar a ferramenta BCDboot. Use a ferramenta DiskPart para localizar a partição do sistema EFI e atribuir uma letra de unidade. No prompt de comando, digite:

    diskpart
    select disk 0
    list partition
    select partition 
    assign letter=s
    exit
    
    
    Onde  é a partição do sistema EFI de 100 megabyte (MB) formatada com FAT.
  4. Use a ferramenta BCDboot, localizada no diretório \System32 da imagem do VHD ou no Windows PE para copiar os arquivos do ambiente de inicialização e a configuração de BCD do diretório \Windows no VHD para a partição do sistema. Por exemplo, para usar o BCDboot a partir da imagem do VHD, em um prompt de comando, digite:

    cd v:\windows\system32
    bcdboot v:\windows /s s:
    
A ferramenta BCDboot importa automaticamente as informações da instalação existente ao atualizar o BCD. O computador está atualizado com um ambiente de inicialização do Windows 7. Agora você pode executar as etapas para adicionar um VHD de inicialização nativo a um menu de inicialização existente do Windows 7.

Para adicionar um VHD de inicialização nativo a um menu de inicialização existente do Windows 7

Se você estiver implantando o VHD a um computador com uma instalação existente do Windows 7 ou do Windows Server® 2008 R2, poderá usar a ferramenta BCDedit para tornar o novo VHD inicializável e adicioná-lo ao menu de inicialização. Para obter mais informações sobre como usar a ferramenta BCDedit, consulte este site da Microsoft (a página pode estar em inglês).
noteObservação
Antes de começar, faça backup do seu armazenamento BCD usando a ferramenta BCDedit com a opção /export. Por exemplo, em um prompt de comando, digite: bcdedit /export c:\bcdbackup
  1. Copie uma entrada de inicialização existente para uma instalação do Windows 7. Você modificará a cópia para usá-la como a entrada de inicialização do VHD. No prompt de comando, digite:

    bcdedit /copy {default} /d "vhd boot (locate)"
    
    Quando o comando BCDedit for concluído com êxito, ele retornará um {GUID} como a saída na janela Prompt de comando.
  2. Localize o {GUID} na saída do prompt de comando do comando anterior. Copie o GUID, incluindo as chaves, para usá-lo nas seguintes etapas.
  3. Defina as opções device e osdevice para a entrada de inicialização do VHD. No prompt de comando, digite:

    bcdedit /set {guid} device vhd=[locate]\windows7.vhd
    bcdedit /set {guid} osdevice vhd=[locate]\windows7.vhd
    
  4. Defina a entrada de inicialização do VHD como a entrada de inicialização padrão. Quando o computador reiniciar, o menu de inicialização exibirá todas as instalações do Windows no computador e inicializará no VHD após a conclusão da contagem de seleção do sistema operacional. No prompt de comando, digite:

    bcdedit /default {guid}
    
  5. Alguns sistemas baseados em x86 requerem uma opção de configuração de inicialização para o kernel de modo a detectar determinadas informações de hardware e inicialização com êxito a partir de um VHD. No prompt de comando, digite:

    bcdedit /set {guid} detecthal on

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Windows 8 [Professional e Enterprise]





Categoria: Aplicativos
Versão: x64 e x86
Tamanho: 3.87 GB
Plataforma: Windows
Idioma: Português

Completamente reinventado, ele apresenta uma nova tela Start, rápida e fluida, que funciona bem com touch, mouse e teclado. Tem como coração e alma os aplicativos, que trabalham juntos e melhoram a experiência de uso, e são disponibilizados na Windows Store. Conectado à nuvem, ele permite que seus contatos, aplicativos e arquivos estejam disponíveis em qualquer lugar que você se conecte. O Windows 8 traz o melhor dos dois mundos num só lugar: é pronto, conectado, seguro e permite a máxima produtividade em casa e no trabalho.


Arquivo em Torrent
Link Download


terça-feira, 6 de novembro de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Editar e cortando vídeo com o FFmpeg


Dica para cortar ou editar um vídeo com o FFmpeg (remover, selecionar ou extrair trecho), mantendo o formato e a qualidade do arquivo original.

Vamos supor que eu tenha um arquivo de vídeo (video.ogv) de 3 minutos e quero remover os primeiros 15 segundos. O comando a ser utilizado seria o seguinte (atente para a opção -ss):
ffmpeg -i video.ogv -ss 00:00:15 -sameq -acodec copy -vcodec copy video_editado.ogv

Se quero cortar os últimos 45 segundos (observe a opção -t):
ffmpeg -i video.ogv -t 00:02:15 -sameq -acodec copy -vcodec copy video_editado.ogv

Se quero remover os primeiros 10 segundos e extrair os dois minutos seguintes (atente para as opções -ss e -t)::
ffmpeg -i video.ogv -ss 00:00:10 -t 00:02:00 -sameq -acodec copy -vcodec copy video_editado.ogv

Simples, rápido, limpo.

Complemento: juntando vídeos


Para juntar vídeos editados:
cat video_editado_2.ogv video_editado_1.ogv > video_juntado.ogv








Dica do site: http://linuxlike.blogspot.com.br/2012/07/cortando-video-com-o-ffmpeg.html 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Backups com rsync

rsync é uma ferramenta para você fazer backups e sincronizar seus arquivos. (Ele pode ser rodado em várias versões do *nix ).
Uma das limitações do rsync é que ele NÃO pode copiar de um sistema remoto para outro sistema remoto. Se você for fazer isso, então terá de copiar um dos sistemas remotos para o sistema local e depois copiar deste para o outro sistema remoto.
Com o sidux, você pode escolher como iniciar o processo: ou fazendo você mesmo ou via um pacote .deb no Debian sid:

A seguir um pouco do que o rsync pode fazer por você, seguido de alguns exemplos para seus scripts.
O rsync é um programa de back-up rápido e fácil de usar, inclusive para diretórios e arquivos. Isto é alcançado por uma rotina inteligente que verifica que arquivos sofreram alterações; daí, somente esses arquivos são copiados. O rsync usa um utilitário de compressão, o que acelera o processo de cópia (quando configurado com a opção -z). Isso se explica facilmente:
O rsync detecta arquivos e pastas que precisam ser copiados porque algum de seus atributos mudou (por exemplo, data/hora da última modificação ou tamanho do arquivo). Esse processo de seleção é feito muito rapidamente.
Quando o rsync acaba de montar a lista que vai ser usada, a cópia desses arquivos é mais rápida em virtude da rotina de compressão usada no processo. O rsync faz a compressão antes de enviar e descomprime na outra ponta “on the fly”.
O rsync pode copiar arquivos de:

* sistema local para sistema local
* sistema local para sistema remoto
* sistema remoto para sistema local

Ele usa tanto o cliente padrão ssh quanto um daemon rsync rodando no sistema fonte e no sistema de destino. As páginas de manual do rsync dizem que, se você pode usar o ssh no seu sistema, então o rsync também será capaz de usar o ssh.
Uma das limitações do rsync é que ele NÃO pode copiar de um sistema remoto para outro sistema remoto. Se você for fazer isso, então terá de copiar um dos sistemas remotos para o sistema local e depois copiar deste para o outro sistema remoto.
Para dar um exemplo dessa lógica, imaginemos os três sistemas seguintes:

neo – o sistema local
morpheus – um sistema remoto
trinity – outro sistema remoto
 
Você deseja usar o rsync para copiar ou sincronizar umas com as outras, as pastas /home/[user]/Data de todos os sistemas. Cada sistema possui um "dono" específico, portanto cada sistema pode ser usado como "fonte" para os outros dois. Você vai rodar o comando rsync apenas no sistema local, que é o neo:

o usuário principal do neo é cuddles
o usuário principal de morpheus é tartie
o usuário principal de trinity é taylar
 
Então, o que você deseja é copiar ou sincronizar o seguinte:

a área /home/cuddles/Data de neo para morpheus e trinity
a área /home/tartie/Data de morpheus para neo e trinity
a área /home/taylar/Data de trinity para neo e morpheus
 
Como vimos, o rsync NÃO copia de sistema remoto para sistema remoto, o que, no nosso exemplo, vai acontecer entre trinity e morpheus (tanto a fonte quanto o destino são sistemas remotos, conforme nosso esquema acima). Resumindo:

neo --> morpheus – tudo bem, local para remoto
neo --> trinity – tudo bem, local para remoto
morpheus --> neo – tudo bem, remoto para local
trinity --> neo – tudo bem, remoto para local
morpheus --> trinity – não vai funcionar, remoto para remoto
trinity --> morpheus – não vai funcionar, remoto para remoto
 
Para resolver a situação, você terá de alterar um pouco seu esquema:

morpheus --> trinity – torna-se: morpheus --> neo & neo --> trinity
trinity --> morpheus – torna-se: trinity --> neo & neo --> morpheus
 
Este é um passo extra, mas como esses arquivos iriam para neo de qualquer forma, é só uma questão de alterar a fonte. Isso assegura que nossos back-ups serão confiáveis, pois nada ficará de fora.
Ao rascunhar seu processo de cópia, não se esqueça de levar em conta essa limitação do rsync.
Como usar hostnames com hostnames com rsync
Conforme descrito acima, usar neo, morpheus ou trinity na tradução de um endereço IP físico, é uma maneira limpa e fácil de tornar as coisas mais legíveis. Ser capaz de usar aqueles hostnames é muito fácil.
Você vai precisar de editar o arquivo /etc/hosts e adicionar os hostnames e os endereços IP a eles relacionados. Aqui está uma pequena parte das linhas de cima do arquivo /etc/hosts, mostrando as traduções:

192.168.1.15  neo
192.168.1.16  morpheus
192.168.1.17  trinity
 
A primeira linha traduz o endereço IP 192.168.1.15 para o nome “neo”, o segundo endereço, 192.168.1.16, para o nome “morpheus” e a última linha, o endereço 192.168.1.17 para o nome “trinity”. Após adicionar as linhas acima e salvar o arquivo, você estará apto a usar o "nome" ao invés do endereço IP, o que não o impede de usar os endereços IP, se quiser. O que faz esse método brilhar é quando um sistema tem seu endereço IP mudado. Por exemplo, digamos que neo muda seu endereço IP de 192.168.1.15 para 192.168.1.25:
Se todos seus scripts usam endereço IP, você precisa localizá-los e mudá-los para o novo endereço. Se, por outro lado, seus scripts usam o "nome", tudo que você tem a fazer é mudar o arquivo /etc/hosts para refletir a mudança. Isso pode ser uma mão na roda quando você tiver muitos scripts para conexões remotas com os outros sistemas, ou vice-versa. O método por “nome” também faz com que seus scripts sejam mais fáceis de ler e seguir porque, ao invés de números, eles usam nomes reconhecíveis associados aos IPs.

rsync e as duas maneiras de usá-lo

 

Uma maneira é “push” (empurrar) os arquivos para um destino e a outra maneira é “pull” (puxar) os arquivos da fonte. Ambas têm suas vantagens e desvantagens. Vamos dar uma olhada em cada uma delas (nesta explanação, vamos assumir que um dos sistemas é local e o outro, remoto. Assim fica mais fácil você entender a terminologia).
“push” - As fontes para os arquivos e pastas estão no sistema local e o destino é o sistema remoto. O rsync roda no sistema local e "empurra" seus arquivos para o destino.
Vantagens:

* Você pode ter mais de um sistema fazendo cópias de si mesmo para o sistema de destino.
* O processo de back-up é distribuído por todos os sistemas de computadores, ao invés de ter apenas um carregando o piano.
* Se um sistema for mais rápido que os outros, ele pode terminar mais cedo e passar a fazer outras coisas.
Desvantagens:
* Se você usa um script agendado no cron, você terá de atualizar e fazer mudanças nos crontabs de cada sistema, bem como atualizar múltiplas versões de seu script.
* Seu back-up não tem como saber se a partição do sistema de destino está montada ou não, portanto você corre o risco de estar copiando para nada na outra ponta.
“pull” - Os arquivos e pastas a copiar estão no sistema remoto e o destino é o sistema local. O rsync é executado no sistema local e "puxa" os arquivos do sistema fonte.
Vantagens:
* Um sistema é convertido para ser o servidor, controlando todos os back-ups para todos os outros sistemas: back-ups centralizados.
* Se você usa um script, ele fica em apenas um sistema, tornando fáceis os processos de atualizar e modificar. Sem falar que você precisa ter o controle de um único arquivo crontab para agendar o script.
* Seu script pode checar e, se necessário, montar a partição de destino.
Sintaxe do rsync, conforme suas páginas de manual: [SRC=Source=Fonte]
       rsync [OPÇÃO]... SRC [SRC]... DEST

       rsync [OPÇÃO]... SRC [SRC]... [USER@]HOST:DEST

       rsync [OPÇÃO]... SRC [SRC]... [USER@]HOST::DEST

       rsync [OPÇÃO]... SRC [SRC]... rsync://[USER@]HOST[:PORT]/DEST

       rsync [OPÇÃO]... SRC

       rsync [OPÇÃO]... [USER@]HOST:SRC [DEST]

       rsync [OPÇÃO]... [USER@]HOST::SRC [DEST]

       rsync [OPÇÃO]... rsync://[USER@]HOST[:PORT]/SRC [DEST]
Exemplo de comandos rsync:
rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” morpheus:/home/tartie /media/sda7/SysBackups
/morpheus/home

Vamos dar uma olhada em algumas partes do comando:

a fonte caminho/arquivo é: morpheus:/home/tartie
e o destino é: /media/sda7/SysBackups/morpheus/home
 
Tudo que estiver em /home/tartie... será copiado para /media/sda7/SysBackups/morpheus/home, que ganhará mais uma pasta:

/media/sda7/SysBackups/morpheus/home/tartie...
 
É preciso deixar claro que o único motivo para /tartie ficar na /home é que isso foi estabelecido no sistema de DESTINO e NÃO por causa da FONTE. A "fonte" somente seleciona de onde os arquivos vêm, não para onde vão. O "destino" é que diz ao rsync onde colocar os arquivos vindos da "fonte". Veja o seguinte exemplo:

rsync [...] /home/user/data/files /media/sda7/SysBackups/neo
 
No comando acima, apenas a pasta /files e seu conteúdo serão copiados para a pasta de destino /neo - e não isto: /media/sda7/SysBackups/neo/home/user/data/files
Lembre-se de levar isso em consideração ao criar comando de back-up no rsync.
Explicação das opções:
-a - usada no modo de arquivamento. Explicação nas páginas de manual: “em termos gerais,
 uma maneira de fazer back-up recursivamente e preservar 'quase' tudo”. Mencionam ainda que
a opção não preserva hardlinks devido à complexidade do processo. 
A opção -a é descrita como sendo equivalente ao seguinte: -rlptgoD, que significa:
  -r = recursivo – processa subpastas e arquivos encontrados dentro da "fonte"
  -l = links – quando links simbólicos são encontrados, recria-os no "destino"
  -p = permissões – diz ao rsynk que as permissões do destino serão iguais às da fonte
  -t = times (hora) – diz ao rsynk que a hora a ser aposta nos arquivos do destino será a mesma 
da hora da fonte
  -q = quiet (discreto) – diz ao rsynk que a saída seja mínima
  -o = owner (dono) – diz ao rsync que, se estiver rodando como root, os donos dos arquivos 
copiados
para o destino deverão ser os mesmos da fonte.
-D = equivalente a usar estes dois comandos: --devices --specials
 --devices (dispositivos) = faz com que o rsync transfira arquivos de caractere e blocos de 
dispositivos
para o sistema remoto recriar esses dispositivos. Infelizmente, se você não incluir
também --super no mesmo comando, o efeito será nulo
 --specials (especiais) = faz com que o rsync transfira arquivos especiais, como os sockets e 
fifos
-g - usada para preservar o "grupo" dos arquivos fonte no destino
-E - usada para preservar "executável" dos arquivos fontes no destino
-v - usada para aumentar a quantidade de informações mostradas. Quando tiver certeza de
estar copiando o que você quer, o “v” pode ser removido
-z - usada para comprimir os dados a ser copiados;com essa opção o processo de cópia
toma muito menos tempo, porque o arquivo a ser transferido é menor do que seu tamanho real
--delete-after (apagar depois)= apaga arquivos/pastas no destino que não estiverem mais na 
fonte DEPOIS
da transferência, não ANTES. Este “after ('depois')” é usado em caso de problemas ou de um
travamento e o “delete ('apagar')” é usado para remover os arquivos do destino que não mais
existem no sistema fonte, não apagados em nosso destino, ocupando espaço desnecessariamente
--exclude (excluir)= é usado um padrão para excluir arquivos e/ou pastas do back-up. No
exemplo, --exclude=“*~” excluirá do back-up TODO e QUALQUER arquivo ou pasta cujos nomes 
terminam
com o caractere “~”. Apenas um padrão pode ser usado com a opção
--exclude, portanto se você precisar de mais de um, você terá de entrar com linhas adicionais
na linha de comando.
 
Outras opções úteis:

-c – adiciona outro nível de checagem entre a fonte e o destino após o back-up,
o que acaba por tornar todo o processo mais lento. Como o rsync já faz essa comparação
durante o processamento, essa opção não foi incluída por ser meramente uma forma de redundância 
--super – segundo descrição de suas páginas de manual, com essa opção o sistema de destino
tentará atividades de superusuário, isto é, o root.
--dry-run – simula uma transferência. É como usar a opção -s com o
apt-get install ou apt-get dist-upgrade.
O restante de nossos comandos são os arquivos/pasta da fonte e nossa pasta de destino.
Exemplos:
rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” morpheus:/home/tartie /media/sda7/SysBackups
/morpheus/home

Este comando vai copiar todos os arquivos e pastas dentro de /home/tartie no sistema traduzido com o nome "morpheus”, e colocá-los em /media/sda7/SysBackups/morpheus/home – sem incluir a árvore de diretórios da pasta tartie.

rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” /home/tartie neo:/media/sda7/SysBackups/morpheus
/home

Este comando é o contrário do exemplo anterior. Ele vai "puxar" a pasta /home/tartie, com seu conteúdo e suas subpastas para o sistema chamado neo na mesma pasta – lembre-se que um sistema é considerado remoto quando tem “:” (dois pontos) na frente de seu caminho.

rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” /home/cuddles /media/sda7/SysBackups/neo/home

Este comando faz uma cópia de local para local. Perceba que não há ":" (dois pontos) nem na fonte nem no destino. O comando vai copiar localmente /home/cuddles para o mesmo sistema e pasta /media/sda7/SysBackups/neo/home.
Vejamos como é um 'exclude' múltiplo:

rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” --exclude=”*.c” --exclude=”*.o” "/*" /media/sda7
/SysBackups/neo

O comando acima faz um back-up de TUDO no diretório raiz (/) do sistema local, com todos os seus arquivos e pastas e coloca-os no local de destino /media/sda7/SysBackups/neo – só que, agora, ele vai excluir todo arquivo e toda pasta que terminar em “~”, “.c”, ou “.o”
Abaixo damos exemplo de um comando que deve ser evitado, pois resulta em erro. O exemplo é de um comando de sistema remoto para sistema remoto:
rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” morpheus:/home/tartie trinity:/home

Como já mencionamos antes, trata-se de uma limitação do rsync.
Um último exemplo: vejamos como fica o rsync de um sistema remoto para um local, se substituirmos nossos "nomes" pelos seus respectivos endereços IP.
O primeiro comando é com o método de "nome" e o segundo é o mesmo comando, desta vez com o endereço IP:

rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” morpheus:/home/tartie /media/sda7/SysBackups
/morpheus/home
rsync -agEvz --delete-after --exclude=”*~” 192.168.1.16:/home/tartie /media/sda7/SysBackups
/morpheus/home

Como dissemos anteriormente, você não é obrigado a usar o método de "nomes", mas, no primeiro exemplo, você pode ler o que está sendo feito de maneira muito mais fácil que no segundo.
Agora você já deve ser capaz de montar um comando simples, seja a partir dos exemplos dados, seja fazendo misturas e combinações dos comandos mostrados, até conseguir o que você precisa.